Instalando o Oracle Solaris 11

Por Glynn Foster
Postado en junho 2013

Introdução à instalação do Oracle Solaris 11 com instruções para instalar software novo e gerenciar a configuração de outro sistema

O Oracle Solaris 11 é distribuído com várias opções diferentes de instalação: uma instalação "mãos livres" automatizada baseada em servidores; uma instalação interativa baseada em texto, também adequada para servidores; um instalador gráfico interativo que inclui um ambiente de desktop completo.

Este artigo é focado no instalador gráfico interativo, embora muitos dos conceitos aqui analisados sejam aplicados às outras opções de instalação do Oracle Solaris 11. Recomenda-se aos usuários do Oracle Solaris 10 consultar o manual Transitioning from Oracle Solaris 10 to Oracle Solaris 11(Transição do Oracle Solaris 10 para o Oracle Solaris 11). O nome oficial do instalador gráfico é "Live Media". Essa denominação faz referência à possibilidade de inicializar o Oracle Solaris na memória RAM sem nenhum impacto para o sistema operacional instalado. Uma vez carregado o Oracle Solaris, você pode experimentar e depois decidir se quer instalá-lo no seu sistema.

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Pode fazer o download do Oracle Solaris 11 Live Media para x86, uma imagem de aproximadamente 800 MB, e usar um gravador de DVD para criar o disco; outra opção é usar diretamente a imagem ISO em uma máquina virtual ou através do painel remoto do Oracle Integrated Lights Out Manager (ILOM).
O instalador Live Media não foi pensado para um uso prolongado. Por exemplo, as mudanças introduzidas no sistema perdem-se com o shutdown. Portanto, o seguinte passo lógico é instalar o Oracle Solaris no sistema, sendo mais simples com o Live Media, que coloca um ícone para instalação do Oracle Solaris no desktop. Mas antes de andar esse caminho, vamos recuar um pouco para analisar as opções de instalação.

Opções de instalação

Há diversas alternativas para o local de instalação do Oracle Solaris 11:

• Em uma máquina virtual em cima do sistema operacional existente
• No equipamento físico como sistema operacional autônomo
• No equipamento físico junto aos sistemas operacionais existentes (cenário de inicialização múltipla)

Instalação em uma máquina virtual

O modo mais simples de começar a usar o Oracle Solaris 11 é instalá-lo em uma máquina virtual em cima do sistema operacional existente. A Figura 1 mostra o Oracle Solaris 11 instalado sobre o Apple OS X com o Oracle VM VirtualBox.

Oracle Solaris sobre Apple OS X
Figura 1. Oracle Solaris sobre Apple OS X

Nesta opção, garante-se que o Oracle Solaris 11 vai reconhecer os dispositivos virtualizados fornecidos pela máquina virtual. Se o Oracle Solaris 11 é executado em modo de tela cheia, você pode esquecer que outro sistema operacional está sendo executado por baixo.

A única desvantagem desta abordagem é que é necessária memória suficiente para executar, simultaneamente, dois sistemas operacionais: é recomendável contar com um mínimo de 2 GB para conseguir um bom desempenho. Também é conveniente contar com um mínimo de 7 GB de espaço em disco para instalar o sistema operacional.

Oracle VM VirtualBox é um hypervisor de download gratuito compatível com o Microsoft Windows, Apple OS X, Linux e Oracle Solaris como plataformas host e, é claro, com o Oracle Solaris como um dos seus tantos convidados. A Oracle facilita o teste desta abordagem, oferecendo, também, uma quantidade de máquinas virtuais pré-instaladas para o Oracle VM VirtualBox, orientadas a um uso específico, por exemplo, avaliar ferramentas para o desenvolvedor disponíveis no Oracle Solaris 11.
Quando inicializado a partir do Live Media, o processo de instalação é simples. É só clicar no ícone Install Oracle Solaris (instalar Oracle Solaris) do desktop para iniciar o instalador gráfico; ver Figura 2.

El instalador gráfico de Oracle Solaris
Figura 2. El instalador gráfico de Oracle Solaris

Como pode se observar na Figura 2, o processo de instalação é simples; há algumas perguntas básicas prévias à instalação de um conjunto fixo de pacotes. Com o Oracle Solaris instalado corretamente, é possível customizar facilmente a instalação mediante o gerenciador de pacotes.

Quando o processo de instalação finaliza, é possível reiniciar o sistema no novo ambiente Oracle Solaris ou revisar o registro de instalação, como mostrado na Figura 3.

Revisão do registro de instalação
Figura 3. Revisão do registro de instalação

Instalação no equipamento físico como sistema operacional autônomo

Se você tem um sistema x86 para dedicar ao Oracle Solaris 11, este processo de instalação é o mesmo que o de instalação do SO em uma máquina virtual. É só inicializar o Live Media e iniciar o instalador gráfico.

A maior pergunta em relação com esta abordagem é se o Oracle Solaris 11 tem os controladores adequados para os seus dispositivos de hardware. Se você executa o Live Media, pode estabelecer sem problemas em que medida os seus dispositivos serão admitidos. O desktop do Live Media inclui o ícone de Device Driver Utility, mostrado na Figura 4. Clique duas vezes no ícone e espere até a detecção finalizar.

Na inicialização a partir do Live Media, o usuário e a senha por default são jack. Caso precise iniciar sessão como usuário root, pode usar a senha solaris. Mais à frente, será discutida com maior detalhe a configuração do usuário inicial durante a instalação do Oracle Solaris.

Device Driver Utility en Oracle Solaris
Figura 4. Device Driver Utility en Oracle Solaris

Caso faltem controladores, a utilidade oferece dicas sobre onde encontrar ajuda. Também é possível recorrer ao Google, mas se a pesquisa se tornar difícil, o Oracle VM VirtualBox poderia ser uma melhor solução até que o controlador necessário esteja disponível ou você compre um sistema novo ou os componentes necessários para a solução de problemas de controladores.

Se você quiser instalar o Oracle Solaris 11 em um sistema baseado em SPARC, deverá usar o instalador de texto interativo. Diferentemente do Live Media, nesta alternativa, uma seleção de software adequada para um ambiente de servidor é instalada. Não inclui ambiente de desktop. Após a instalação inicial, você pode instalar um ambiente de desktop completo, utilizando o gerenciador de pacotes para instalação do pacote solaris-desktop .

Instalação no equipamento físico em cenário de inicialização múltipla

Em um cenário de inicialização múltipla, o Oracle Solaris 11 é instalado no equipamentos físico junto com o sistema ou sistemas operacionais existentes. Este cenário é o mais complexo e requer alguma preparação.

O Live Media do Oracle Solaris 11 inclui o GParted, o editor de partições GNOME, que pode ser usado para particionar o disco rígido. É necessário criar uma partição do tipo Linux swap, que o instalador do Oracle Solaris vai reconhecer.
Se o seu atual sistema operacional for o Windows, o carregador de inicialização do Oracle Solaris vai reconhecê-lo sem problemas. Se for o Linux, certifique-se de realizar um backup do arquivo de configuração GRUB , pois terá que adicionar as entradas relativas ao menu GRUB do Oracle Solaris. Consulte a documentação do produto Oracle Solaris 11 disponível sobre estes cenários.

Usuários

Agora que o Oracle Solaris 11 está instalado, vamos analisar como se gerencia o sistema com os privilégios alocados à ID de usuário criada durante a instalação.

Lembremos que, durante a instalação, foi criada uma conta de usuário, como mostra a Figura 5.

Instalador gráfico do Oracle Solaris: configuração de usuários
Figura 5. Instalador gráfico do Oracle Solaris: configuração de usuários

O instalador solicitou uma única senha, usada como senha tanto para a conta root como para a conta de usuário inicial. No entanto, a senha de root expira de forma imediata, como poderá ver caso tente mudar para root:

larry@solaris:~$ su
Password:
su: Password for user 'root' has expired
New Password:
Re-enter new Password:
su: password successfully changed for root

Da mesma forma, as ferramentas da interface gráfica de usuário que requerem privilégios de administrador vão solicitar a senha de root inicialmente e depois vão informar que o usuário root expirou e que é necessário fornecer uma nova senha, como mostrado na Figura 6:

Solicitação de nova senha de root
Figura 6. Solicitação de nova senha de root

Função do root

Se consultar o arquivo /etc/passwd , você vai achar a definição de root .

larry@solaris:~$ cat /etc/passwd 
root:x:0:0:Super-User:/root:/usr/bin/bash
daemon:x:1:1::/:
bin:x:2:2::/usr/bin:
sys:x:3:3::/:
adm:x:4:4:Admin:/var/adm:
lp:x:71:8:Line Printer Admin:/:
...

No entanto, se você quer iniciar sessão como root, não vai conseguir. Por segurança, o Oracle Solaris 11 não define root como uma conta de usuário tradicional. Olhando o arquivo /etc/user_attr , você vai ver que root é definido como função, como se mostra na Lista 1.

larry@solaris:~$ cat /etc/user_attr
#
# The system provided entries are stored in different files
# under "/etc/user_attr.d".  They should not be copied to this file.
#
# Only local changes should be stored in this file.
# This line should be kept in this file or it will be overwritten.
#
root::::type=role
larry::::lock_after_retries=no;profiles=System Administrator;roles=root

Lista 1. Comprovação de que root é definido como função

Você também poderá ver que a ID de usuário criada pelo instalador foi alocada à função root por default. Portanto, embora não possa iniciar sessão como root, você pode mudar para a função root , que vai solicitar a senha de root .

Nota: Quando se usa su, o nome de usuário por default é root e não é solicitado, como vimos no exemplo anterior quando modificamos a senha por default.

larry@solaris:~$ su root
Password:
root@solaris:~#

Comando sudo

Além de receber a função root , o usuário criado durante a instalação é adicionado ao arquivo /etc/sudoers . O arquivo /etc/sudoers está bem documentado; é possível definir regras muito precisas referidas ao que um usuário particular pode fazer. O usuário criado durante a instalação tem permissões para realizar qualquer ação (como se fosse root). A seguir, mostra-se a entrada associada ao usuário criado durante a instalação:

larry ALL=(ALL) ALL

Na entrada anterior, estabelece-se que o usuário larry pode executar qualquer comando em qualquer host como qualquer usuário. Para obter mais detalhes sobre como definir com precisão os privilégios de um usuário, consulte a página de manual man (man page) sobre sudoers .
Portanto, em teoria, nunca deveria ser necessário mudar para a função root para executar operações para as quais sejam requeridos privilégios, por exemplo, salvar um arquivo no sistema de arquivos raiz:

larry@solaris:~$ touch /file1
touch: cannot touch `/file1': Permission denied

No entanto, se o prefixo sudo for adicionado ao comando, obtêm-se os privilégios necessários para realizar a operação:

larry@solaris:~$ sudo touch /file1
Password:

Leve em conta que a senha requerida por sudo não é a senha de root mas a de sua própria conta de usuário.

Em conclusão, tudo fica configurado e pronto para usar com a instalação por default do Oracle Solaris 11. A ID de usuário criada durante a instalação permite gerenciar a totalidade do sistema. Com os privilégios adequados, você pode gerenciar seu sistema sem problemas; por exemplo, pode gerir serviços do sistema, tema que será tratado na seguinte seção.

Service Management Facility (SMF)

O Oracle Solaris 11 gerencia serviços do sistema mediante o Service Management Facility (SMF). Embora exista uma interface gráfica de usuário, o modo mais comum e potente de gerenciar serviços consiste na utlização dos seguintes comandos de linha de comando: svcs para informar o estado de um serviço e svcadm para manejar instâncias de serviços. Por exemplo, execute svcs para obter uma lista dos serviços em execução, como se mostra na Lista 2.

larry@solaris:~$ svcs |more
STATE          STIME    FMRI
legacy_run     19:20:46 lrc:/etc/rc2_d/S47pppd
legacy_run     19:20:46 lrc:/etc/rc2_d/S89PRESERVE
disabled       19:21:28 svc:/system/ocm:default
online         19:12:50 svc:/system/early-manifest-import:default
online         19:12:50 svc:/system/svc/restarter:default
online         19:13:00 svc:/network/tcp/congestion-control:vegas
online         19:13:01 svc:/network/sctp/congestion-control:cubic
online         19:13:01 svc:/network/sctp/congestion-control:newreno
online         19:13:01 svc:/network/sctp/congestion-control:vegas
...
online         19:25:48 svc:/network/smtp:sendmail
online         19:25:51 svc:/network/location:default
online         19:25:52 svc:/system/filesystem/autofs:default
online         19:25:53 svc:/system/name-service/cache:default

Lista 2. Geração de lista de serviços em execução

SMF conta com numerosas vantagens em comparação com o modo anterior de usar serviços UNIX mediante sequências de código de início. A vantagem mais importante é a especificação de metadados sobre cada serviço em um arquivo de manifesto, permitindo especificar dependências entre serviços, o que depois possibilita iniciar serviços independentes em paralelo, com a conseguinte aceleração da inicialização do sistema. Da mesma forma, quando os serviços falham, é possível reiniciá-los na ordem certa em relação a cada um deles. Por exemplo, consulte o serviço sendmail usando a opção -l para ver todas as informações disponíveis, como mostrado na Lista 3.

larry@solaris:~$ svcs -l sendmail
fmri         svc:/network/smtp:sendmail
name         sendmail SMTP mail transfer agent
enabled      true
state        online
next_state   none
state_time   September 11, 2012 07:25:48 PM UTC
logfile      /var/svc/log/network-smtp:sendmail.log
restarter    svc:/system/svc/restarter:default
contract_id  289
manifest     /lib/svc/manifest/network/smtp-sendmail.xml
manifest     /etc/svc/profile/generic.xml
dependency   require_all/refresh file://localhost/etc/mail/sendmail.cf (online)
dependency   require_all/refresh file://localhost/etc/nsswitch.conf (online)
dependency   optional_all/none svc:/system/filesystem/autofs (online)
dependency   require_all/none svc:/system/filesystem/local (online)
dependency   require_all/none svc:/network/service (online)
dependency   require_all/refresh svc:/milestone/name-services (online)
dependency   optional_all/refresh svc:/system/identity:domain (online)
dependency   optional_all/none svc:/system/system-log (online)

Lista 3. Visualização de informações sobre um serviço

No final da Lista 3, mostram-se os serviços dos quais depende sendmail. Caso algum dos serviços dos quais depende sendmail não se inicie por algum motivo, sendmail nem tenta se iniciar. Também é possível desativar, ativar e reiniciar serviços facilmente mediante o comando svcadm . Por exemplo, use este comando para desativar o serviço sendmail:

larry@solaris:~$ sudo svcadm disable sendmail

larry@solaris:~$ svcs -x sendmail
svc:/network/smtp:sendmail (sendmail SMTP mail transfer agent)
 State: disabled since September 11, 2012 08:32:29 PM UTC
Reason: Disabled by an administrator.
   See: http://support.oracle.com/msg/SMF-8000-05
   See: sendmail(1M)
   See: /var/svc/log/network-smtp:sendmail.log
Impact: This service is not running.

Com a opção -x do comando svcs , você vai obter uma explicação do estado do serviço:

larry@solaris:~$ svcs -x sendmail
svc:/network/smtp:sendmail (sendmail SMTP mail transfer agent)
 State: disabled since October  5, 2011 01:52:39 AM NZDT
Reason: Disabled by an administrator.
   See: http://sun.com/msg/SMF-8000-05
   See: sendmail(1M)
   See: /var/svc/log/network-smtp:sendmail.log
Impact: This service is not running.

Note-se que estes resultados também fornecem links para mais informações sobre o estado do serviço (http://sun.com/msg/SMF-8000-05) bem como para o arquivo de registro de serviços (/var/svc/log/network-smtp:sendmail.log), os quais podem ser muito úteis para rastrear falhas em serviços.

Também poderia ter sido utilizada a interface gráfica de SMF Services a partir do menu de gerenciamento situado no painel do desktop. A interface permite acessar algumas das mesmas funções que a linha de comandos, entre elas, ativar, atualizar e reiniciar serviços do sistema e explorar registros de cada instância de serviço, como mostrado na Figura 7.

Inspetor de serviços de SMF do Oracle Solaris
Figura 7. Inspetor de serviços de SMF do Oracle Solaris

O Oracle Solaris 11 é seguro por default: todos os serviços de rede não essenciais estão desativados ou configurados para só atenderem conexões do sistema local, reduzindo o risco de um ataque baseado na rede. De fato, apenas o SSH, serviço que permite inícios de sessão remotos, está habilitado.

Gerenciamento da rede

Um dos primeiros serviços que você deve gerenciar é a rede. O Oracles Solaris 11 usa perfis de configuração de rede (NCP) para aplicar a configuração da rede no sistema. Por default, quando usado o Live Media, o sistema utiliza o perfil NCP automático, que tenta estabelecer conexão de maneira automática com uma rede mediante DHCP. Se uma rede cabeada estiver disponível, o perfil procurará se conectar a essa rede; caso contrário, vai tentar estabelecer conexão com uma rede sem fio.

É conveniente começar pelo ícone Network Status (estado da rede), no painel superior do desktop. Este ícone indica se o sistema está conectado a uma rede cabeada ou sem fio ou se não há conexão, como se mostra na Figura 8.

Três estados do ícone Network Status
Figura 8. Três estados do ícone Network Status

Clicando no ícone, a caixa de diálogo Network Preferences (preferências de rede) se abre, como mostra a Figura 9.

Caixa de diálogo Network Preferences do Oracle Solaris
Figura 9. Caixa de diálogo Network Preferences do Oracle Solaris

Na caixa de diálogo Network Preferences, você pode ver os endereços IP versão 4 e versão 6, bem como a velocidade de rede do link de rede configurado, neste caso, uma interface cabeada. Todas as interfaces de rede do Oracle Solaris 11 recebem identificadores mnemônicos, neste caso net0, que não refletem mais qual controlador de rede subjacente é utilizado. Trata-se de uma novidade do Oracle Solaris 11, não incluída nas versões anteriores.

Se você está realizando a instalação em um laptop e tem conexão de rede sem fio, pode ver a lista de redes sem fio disponíveis clicando com o botão secundário no ícone de estado, como se mostra na Figura 10.

Opções de rede sem fio no Oracle Solaris
Figura 10. Opções de rede sem fio no Oracle Solaris

A configuração da rede é gerenciada através de um serviço SMF, svc:/network/physical:default; como com qualquer outro serviço SMF, você pode ver o estado a partir da linha de comandos, como se mostra na Lista 4.

larry@solaris:~$ svcs -l network/physical:default
fmri         svc:/network/physical:default
name         physical network interface configuration
enabled      true
state        online
next_state   none
state_time   September 11, 2012 07:17:34 PM UTC
logfile      /var/svc/log/network-physical:default.log
restarter    svc:/system/svc/restarter:default
contract_id  69
manifest     /lib/svc/manifest/milestone/config.xml
manifest     /lib/svc/manifest/network/dlmgmt.xml
manifest     /lib/svc/manifest/network/network-physical.xml
manifest     /lib/svc/manifest/network/network-ipmp.xml
manifest     /lib/svc/manifest/network/network-install.xml
manifest     /lib/svc/manifest/network/network-ipmgmt.xml
manifest     /lib/svc/manifest/system/name-service/upgrade.xml
manifest     /etc/svc/profile/site/sc_profile.xml
dependency   optional_all/none svc:/milestone/config (online)
dependency   require_all/none svc:/network/datalink-management:default (online)
dependency   require_all/none svc:/network/loopback (online)
dependency   require_all/none svc:/network/physical:upgrade (online)
dependency   require_all/none svc:/network/location:upgrade (online)
dependency   optional_all/none svc:/network/ipmp (online)
dependency   optional_all/none svc:/network/install (disabled)
dependency   require_all/none svc:/network/ip-interface-management:default (online)
dependency   require_all/none svc:/system/name-service/upgrade (online)
dependency   require_all/none svc:/network/netcfg:default (online)
dependency   optional_all/none svc:/system/manifest-import (online)

Lista 4. Visualização do estado de um serviço SMF

Se você prefere o gerenciamento manual da rede, deve habilitar o perfil de configuração de rede DefaultFixed , da seguinte maneira:

larry@solaris:~$ sudo netadm enable -p ncp DefaultFixed
Password:
Enabling ncp 'DefaultFixed'

Seguidamente, poderá controlar manualmente a configuração da rede e usar os comandos de gerenciamento dladm eipadm para configurá-la, como se mostra na Lista 5.

larry@solaris:~$ dladm show-phys
LINK              MEDIA                STATE      SPEED  DUPLEX    DEVICE
net0              Ethernet             unknown    1000   full      e1000g0
larry@solaris:~$ ipadm show-if
IFNAME     CLASS    STATE    ACTIVE OVER
lo0        loopback ok       yes    --
larry@solaris:~$ sudo ipadm create-ip net0
larry@solaris:~$ ipadm show-if
IFNAME     CLASS    STATE    ACTIVE OVER
lo0        loopback ok       yes    --
net0       ip       down     no     --
larry@solaris:~$ sudo ipadm create-addr -T static -a 10.0.2.18/24 net0/v4static
larry@solaris:~$ sudo ipadm show-if
IFNAME     CLASS    STATE    ACTIVE OVER
lo0        loopback ok       yes    --
net0       ip       ok       yes    --
larry@solaris:~$ ipadm show-addr
ADDROBJ        TYPE     STATE    ADDR
lo0/v4         static   ok       127.0.0.1/8
net0/v4static  static   ok       10.0.2.18/24
lo0/v6         static   ok       ::1/128

Lista 5. Gerenciamento manual de uma rede

Neste artigo, não serão tratados os temas da configuração manual de redes, os perfis de configuração de rede nem a gestão de serviços de nomes. Se quiser mais informações sobre configuração manual de redes, consulte a excelente documentação do produto Oracle Solaris 11.

Cadê cada coisa no Oracle Solaris?

Então, cadê cada coisa no Oracle Solaris? O diretório de raiz (/) não é difícil de ser entendido pelos usuários familiarizados com os sistemas operacionais Windows. É similar ao diretório de máximo nível em uma unidade (C:\\). A diferença mais importante é que o Oracle Solaris fornece uma única hierarquia de diretórios iniciada por /. Portanto, diferentemente do Windows, não é necessário especificar um dispositivo (por exemplo, C:\\, D:\\, etc.) quando um nome de arquivo é informado.

O Oracle Solaris usa, por default, ZFS como sistema de arquivos de raiz. ZFS oferece os níveis mais altos de integridade de dados e inclui muitas utilidades diferentes que permitem que os administradores executem diversas tarefas, como backups ou criptografia de dados.

Na Tabela 1 são incluídas diferentes localizações disponíveis no Oracle Solaris para executar diversos comandos. São especificadas segundo o valor da variável ambiental $PATH.

Tabela 1. Localizações e seu conteúdo

Localização Conteúdo Caminho padrão
/usr/bin Binários de comandos não essenciais (não requeridos em modo monousuário); para todos os usuários. Sim
/usr/gnu/bin Versões GNU de comandos de uso frequente. Nos casos em que não há conflito, os comandos foram incluídos em/usr/bin. Os usuários do Linux podem estabelecer que /usr/gnu/bin apareça no início em sua $PATH para trabalhar de um modo que seja familiar para eles. Não
/usr/sbin Binários do sistema não essenciais, por exemplo, daemons de diversos serviços de rede. Sim


A Tabela 2 mostra outras localizações que convém considerar no Oracle Solaris 11.

Tabela 2. Localizações adicionais do Oracle Solaris 11 e conteúdo

Ubicación Contenido
/opt Pacotes de software com aplicações opcionais.
/usr/local Hierarquia terciária para dados locais, específica deste host. Geralmente, tem mais subdiretórios como/usr/local/bin/, /usr/local/lib/e /usr/local/share/.
/etc Dados estáticos de configuração do sistema
/var Arquivos variáveis cujo conteúdo vai mudar de forma contínua durante a operação normal do sistema, por exemplo, registros, arquivos de fila de impressão e arquivos de e-mail temporais.
/home Diretórios principais dos usuários, com arquivos salvos, configuração pessoal, etc.

Os diretórios principais são automaticamente montados a partir de /export/home. Se quiser mais informações, consulte o blog Automounted Home Director y (Diretório principal com montagem automática).

Image Packaging System (IPS)

Como o Oracle Solaris 11 foi projetado para entrar em um CD, pode acontecer que software adicional deva ser instalado. Uma diferença chave com o Oracle Solaris 10 é o novo Image Packaging System (IPS) do Oracle Solaris 11. Um dos objetivos principais do IPS é oferecer um mecanismo de entrega baseado em um repositório da rede, semelhante a uma loja de aplicativos. O Oracle Solaris inclui um repositório pré-configurado; adicionar outros é muito simples. A partir dele, podem ser facilmente instalados muitos outros componentes de software não incluídos na instalação por default, mediante um cliente gráfico ou de linha de comandos.

Uma característica importante do IPS é o teste automático das dependências do software. Quando um pacote é selecionado para sua instalação, o IPS determina que outros pacotes são requeridos e garante que sejam também instalados. Há uma quantidade de pacotes de grupo disponíveis para sua instalação, que incluem componentes de software de uso frequente, por exemplo, um ambiente de desktop e uma pilha web AMP.

Procura e instalação de pacotes

Pode utilizar a interface gráfica do gerenciador de pacotes (que pode ser acessada de System > Administration), Figura 11, ou a linha de comandos para gerenciar os pacotes.

Gerenciador de pacotes do Oracle Solaris
Figura 11. Gerenciador de pacotes do Oracle Solaris

Na linha de comandos, o comando principal é pkg. O comando pkg é frequentemente executado com um subcomando, como list, search, info ou install.

Por exemplo, use o comando pkg list para ver a lista de pacotes instalados em seu sistema, indicados com um i na primeira coluna de IFO, como se observa na Lista 6. Um f na segunda coluna indica que o pacote está congelado (frozen), e um r ou o na terceira coluna indicam que o nome do pacote foi modificado ou que foi marcado como obsoleto, respectivamente.

 
larry@solaris:~$ pkg list
NAME (PUBLISHER)                                  VERSION                    IFO
archiver/gnu-tar                                  1.26-0.175.1.0.0.24.0      i--
audio/audio-utilities                             0.5.11-0.175.1.0.0.24.0    i--
codec/flac                                        1.2.1-0.175.0.0.0.0.0      i--
codec/libtheora                                   1.1.1-0.175.1.0.0.15.0     i--
codec/ogg-vorbis                                  2.30.0-0.175.1.0.0.12.0    i--
codec/speex                                       1.2-0.175.1.0.0.15.0       i--
communication/im/pidgin                           2.10.5-0.175.1.0.0.24.0    i--
compress/bzip2                                    1.0.6-0.175.1.0.0.24.0     i--
compress/gzip                                     1.4-0.175.1.0.0.24.0       i--
compress/p7zip                                    9.20.1-0.175.1.0.0.24.0    i--
compress/unzip                                    6.0-0.175.1.0.0.24.0       i--
compress/xz                                       5.0.1-0.175.1.0.0.24.0     i--
...
x11/xkill                                         1.0.3-0.175.1.0.0.24.1317  i--
x11/xlock                                         0.5.11-0.175.1.0.0.24.1317 i--
x11/xmag                                          1.0.4-0.175.1.0.0.24.1317  i--
x11/xvidtune                                      1.0.2-0.175.1.0.0.24.1317  i--

Lista 6. Determinação de pacotes instalados

Para procurar um pacote, use o subcomando search . Por exemplo, se você está procurando wireshark, analisador gráfico de protocolo de rede, use pkg search. A marca -p restringe os resultados exclusivamente aos nomes de pacotes; de outro modo, na saída são incluídos todos os elementos de um pacote que contêm a cadeia de pesquisa, por exemplo, arquivos, diretórios, links, etc.:

larry@solaris:~$ pkg search -p wireshark
PACKAGE                                                           PUBLISHER
pkg:/diagnostic/wireshark/wireshark-common@1.8.2-0.175.1.0.0.24.0 solaris
pkg:/diagnostic/wireshark@1.8.2-0.175.1.0.0.24.0                  solaris

Depois, para obter mais informações sobre um pacote determinado, use pkg info. A marca -r (remoto) é necessária quando a consulta é realizada sobre um pacote não instalado no sistema de arquivos local, como se mostra na Lista 7.

larry@solaris:~$ pkg info -r wireshark
          Name: diagnostic/wireshark
       Summary: Graphical network protocol analyzer
      Category: Applications/Internet
         State: Not installed
     Publisher: solaris
       Version: 1.8.2
 Build Release: 5.11
        Branch: 0.175.1.0.0.24.0
Packaging Date: September  4, 2012 05:18:59 PM
          Size: 3.33 MB
          FMRI: pkg://solaris/diagnostic/wireshark@1.8.2,5.11-0.175.1.0.0.24.0:20120904T171859Z

Lista 7. Obtenção de informações adicionais sobre um pacote

Para ver o conteúdo do pacote wireshark , use o comando pkg contents , como se mostra na Lista 8. Este comando é muito útil quando se trata de saber onde foi instalado o conteúdo de um pacote.

larry@solaris:~$ pkg contents -r wireshark
PATH
etc
etc/security
etc/security/exec_attr.d
etc/security/exec_attr.d/diagnostic:wireshark
usr
usr/sbin
usr/sbin/wireshark
usr/share
usr/share/applications
usr/share/applications/wireshark.desktop
usr/share/man
usr/share/man/man1
usr/share/man/man1/wireshark.1
usr/share/pixmaps
usr/share/pixmaps/wireshark.png

Lista 8. Lista de conteúdo de um pacote

Para ver as dependências de um pacote, é necessário utilizar uma consulta um pouco mais complexa (Lista 9).

larry@solaris:~$ pkg contents -r -o fmri -t depend wireshark
FMRI
pkg:/diagnostic/wireshark/wireshark-common@1.8.2-0.175.1.0.0.24.0
pkg:/library/desktop/cairo@1.8.10-0.175.0.0.0.0.0
pkg:/library/desktop/gtk2@2.20.1-0.175.1.0.0.19.0
pkg:/library/desktop/pango@1.28.3-0.175.0.0.0.0.0
pkg:/library/glib2@2.28.6-0.175.1.0.0.19.0
pkg:/library/zlib@1.2.3-0.175.1.0.0.23.0
pkg:/system/library/libpcap@1.1.1-0.175.1.0.0.23.0
pkg:/system/library/math@0.5.11-0.175.1.0.0.19.0
pkg:/system/library@0.5.11-0.175.1.0.0.23.0
pkg:/x11/library/libx11@1.5.0-0.175.1.0.0.23.1314
pkg:/x11/library/libxcursor@1.1.13-0.175.1.0.0.23.1314

Lista 9. Determinação de dependências de um pacote

Neste caso, estamos gerando o indicador FMRI do pacote, que é a maneira formal de descrever um pacote de uma versão específica. E usamos a opção -t para especificar que procuramos uma dependência de pacote do tipo depend.

Isto significa que IPS vai identificar os pacotes dos quais depende wireshark e vai instalá-los, caso não tenham sido instalados ainda.

Por último, para instalar o pacote, use o comando pkg install , como se mostra na Lista 10.

larry@solaris:~$ sudo pkg install wireshark
           Packages to install:  3
       Create boot environment: No
Create backup boot environment: No
            Services to change:  2

DOWNLOAD                                PKGS         FILES    XFER (MB)   SPEED
Completed                                3/3       294/294    17.5/17.5  228k/s

PHASE                                          ITEMS
Installing new actions                       389/389
Updating package state database                 Done
Updating image state                            Done
Creating fast lookup database                   Done

Lista 10. Instalação de um pacote

Nota: Só usuários autorizados podem instalar pacotes no sistema; por isso, antes do comando pkg install deve incluir o prefixo sudo. Consulte a seção Usuários para revisar as informações relacionadas.

Repositórios de pacotes

O Oracle Solaris 11 é pré-configurado com um único repositório de software: http://pkg.oracle.com/solaris/release. Além disso, a Oracle disponibiliza o repositório completo de software para download pelos usuários, visando possibilitar sua configuração em redes internas para ambientes nos quais o acesso à rede é limitado ou se o usuário quer contar com pacotes de software localmente disponíveis para melhorar o desempenho. Também é possível configurar outros repositórios de software. Espera-se que, com o tempo, outros fornecedores de software criem e publiquem software nos seus próprios repositórios, além do repositório principal do Oracle Solaris.

Além do repositório por default release que pode ser encontrado em pkg.oracle.com, a Oracle oferece um repositório support para clientes que compram um contrato de suporte técnico da Oracle. O repositório support é atualizado, em média, uma vez por mês, com soluções para erros e patches de segurança para o Oracle Solaris 11. Si quiser mais informações sobre suporte técnico, consulte o link Oracle Premier Support for Operating Systems (Suporte técnico premium da Oracle para sistemas operacionais).

Instalação com apenas um clic

Enquanto explorava os repositórios, é possível que você tenha visto o link Install (instalar). Na Figura 12, mostra-se o catálogo de pacotes, que inclui todos os pacotes disponíveis para o Oracle Solaris 11.

Vista do repositório do Oracle Solaris em um navegador web
Figura 12. Vista do repositório do Oracle Solaris em um navegador web

Clicando no link Install, o gerenciador de pacotes se abre e a instalação é iniciada. Se o repositório não foi configurado no sistema, a configuração necessária é adicionada antes da instalação dos pacotes. Trata-se de uma característica interessante, pois, assim, qualquer usuário pode distribuir um pacote. Por exemplo, este é um link para instalar wireshark. (Nota: se você não estiver lendo este artigo em um equipamento com sistema Oracle Solaris, o navegador web não poderá processar corretamente este link.)

Ambientes de inicialização

Um ambiente de inicialização (BE) é um clone dos arquivos e do sistema de arquivos chave para o funcionamento do Oracle Solaris. Após a instalação, só há um ambiente de inicialização, mas, com o tempo, outros vão se adicionar como resultado da criação manual pelo usuário ou automática pelo gerenciador de pacotes.

Essencialmente, um ambiente de inicialização permite reverter a uma instantânea anterior do Oracle Solaris 11, em caso de que algum problema surja no ambiente de inicialização atual. Geralmente, um ambiente de inicialização consiste no conjunto de dados de raiz, mas, como opção, pode também incluir outros conjuntos de dados. Alguns conjuntos de dados são compartilhados entre diversos ambientes de inicialização, por exemplo, /export. A Figura 13 mostra a caixa de diálogo para gerenciamento de ambientes de inicialização no gerenciador de pacotes.

Caixa de diálogo para gerenciamento de ambientes de inicialização
Figura 13. Caixa de diálogo para gerenciamento de ambientes de inicialização

Antes de realizar qualquer ação que possa acarretar riscos para o sistema, como alterar um arquivo de configuração do sistema, analise a possibilidade de criar um novo ambiente de inicialização como proteção, caso algum problema se apresentar. Para criar um novo ambiente de inicialização, usa-se a utilidade beadm . A seguir, inclui-se um exemplo de criação de um ambiente de inicialização novo denominado be-prior-to-changes.

larry@solaris:~$ sudo beadm create be-prior-to-changes

Lembrar de usar este simples comando pode permitir retornar em apenas segundos a um ambiente de inicialização anterior, em lugar de precisar de horas ociosas para o sistema se recuperar. Portanto, sugere-se aos gerenciadores o uso de ambientes de inicialização como parte das práticas recomendadas para gerenciar um sistema Oracle Solaris 11.

Gerenciador de updates

Quando houver pacotes IPS disponíveis, o Oracle Solaris vai notificá-lo mediante um ícone no painel superior, como o que pode se observar na Figura 14.

Ícone de notificação do gerenciador de updates do Oracle Solaris
Figura 14. Ícone de notificação do gerenciador de updates do Oracle Solaris

Ao clicar no ícone, o gerenciador de updates se inicia, cria um novo ambiente de inicialização e instala os updates (Figura 15). O sistema atualizado será ativado com o próximo início. Se houver algum problema inesperado durante um update do sistema, é possível retornar de forma segura ao ambiente de inicialização anterior para recuperar o sistema.

Gerenciador de updates do Oracle Solaris
Figura 15. Gerenciador de updates do Oracle Solaris

Gerenciador de pacotes legados do Solaris

Durante muitos anos, o sistema operacional Oracle Solaris utilizou o sistema de pacotes SVR4, que tem esse nome porque fazia parte do Sistema V, Versão 4 do UNIX. O Oracle Solaris 11 suporta a instalação de pacotes SVR4 e inclui os comandos necessários para instalar e remover esses pacotes. Certo grau de compatibilidade foi incorporado ao sistema para que todas as dependências de pacotes declaradas em um pacote SVR4 possam ser consideradas.

Certifique-se de dar atenção aos alertas mostrados no painel durante a instalação de pacotes SVR4 para garantir que não se produza um conflito entre o conteúdo do pacote e arquivos e pastas instalados usando IPS. Uma maneira simples de evitar esse problema é aproveitar os ambientes virtuais compatíveis Oracle Solaris 10 Zones, que permitem rodar aplicações legadas.

Mensagem final

Mensagem final

Com o sistema já instalado e em funcionamento, sem dúvida, você terá novas perguntas. Existe uma comunidade Oracle Solaris com grande experiência que está pronta para ajudá-lo. Siga-no no Fórum de debate OTN: Oracle Solaris 11 para gerentes de sistemas. Geralmente, as respostas são recebidas em apenas umas horas. Além disso, não perca os excelentes Manuais com recomendações para o Oracle Solaris 11 (em inglês), que tratam de algumas das tarefas de gerenciamento mais comuns que devem ser realizadas para implantar aplicações no sistema operacional.

Curta a experiência com o Oracle Solaris 11!

• Download Oracle Solaris 11
• Consulte Documentação do produto Oracle Solaris 11 (em inglês)
• Consulte todos os artigos com recomendações para o Oracle Solaris 11 (em inglês)
• Saiba mais com Treinamento e assistência técnica para o Oracle Solaris 11 (em inglês)
• Acesse o blog Oracle Solaris oficial (em inglês)
• Consulte os blogs The Observatory e OTN Garage (em inglês) para obter sugestões e dicas para o Oracle Solaris


Postado por Glynn Foster.