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Perguntas Frequentes

Oracle Cloud Criando um Logical Standby Database na nuvem (Parte III)

Por Skant Gupta, Joel Pérez , e Franky Weber F
Publicado en Agosto 2017

Logical Standby Database

Convertendo o Physical Standby Database em Logical Standby Database

1. Verifique tabelas e tipos de dados não suportados

Antes de configurar um Logical Standby Database garanta que essa configuração consegue manter as tabelas e tipos de dados do seu Primary Database. Consulte a documentação para identificar incompatibilidades.

Este procedimento é feito no Primary Database.

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2. Garanta que os registros das tabelas no Primary Database podem ser identificadas unicamente.

A compatibilidade dos registros em um Logical Standby Database é diferente do Primary Database ainda que ele tenha sido criado a partir de uma cópia física do Primary Database.

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O valor da coluna BAD_COLUMN da view DBA_LOGSTDBY_UNSUPPORTED será Y ou N:

Y

Indica que alguma coluna da tabela tem um tipo de dado não suportado para a configuração do Logical Standby Database, por exemplo CLOB ou BLOB. O processo SQL Apply tenta manter estas tabelas, mas você deve garantir que a aplicação vai funcionar com estas limitações. Saiba que se os registros de uma determinada tabela fazem relação com um tipo de dado LOB, então esta tabela não poderá ser mantida e o SQL Apply irá parar.

N

Indica que sua tabela contém tipos de dados que podem ser mantidos no Logical Standby Database.

3. Habilite o Supplemental Logging tanto no Primary quanto no Logical Standby Database.

O Supplemental Logging deve ser habilitado no Primary Database para suportar a replicação lógica.

O Oracle por padrão grava nos redologs somente alguns dados dos registros modificados, o que pode não ser suficiente para identificar de maneira única uma linha que foi alterada. Então dados adicionais (supplemental logging) devem ser armazenados nos redologs. Esses dados adicionais ajudam o SQL Apply a identificar e manter corretamente a replicação no Logical Standby Database.

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Obs: Se você habilita o Supplemental Logging no Primary Database em uma configuração DataGuard que contém também outros Physical Standby Databases, então convém executar o comando “ALTER DATABASE ADD SUPPLEMENTAL LOG DATA” em cada Physical Standby Database da sua configuração para garantir que futuros switchovers ocorram corretamente.

4. Prepare o Primary Database para a troca de papéis

Estes parâmetros fazem efeito quando o Primary Database se tornar o Logical Standby Database.

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5. Pare o processo Redo Apply no Physical Standby Database

Uma vez que o Physical Standby Database foi criado pare todos os processos de Redo Apply.

Isso garante que nenhuma alteração será aplicada no Physical Standby Database até finalizarmos a criação do dicionário do LogMiner.

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6. Construa o dicionário do LogMiner

Ao executar a procedure DBMS_LOGSTDBY.BUILD criamos o dicionário do LogMiner, habilitamos o Supplemental Logging e então aguardamos qualquer transação existente no Primary Database concluir. Execute o seguinte comando a partir do Primary Database:

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7. Prepare do Standby Database para a troca de papéis

Você precisa alterar os parâmetros LOG_ARCHIVE_DEST_n porque, diferente de um Physical Standby Database, um Logical Standby Database fica aberto para gerar dados de redo e tem múltiplos logfiles (online redo log files, archived redo log files e standby log files).

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8. Converta o Physical em Logical Standby Database

Neste ponto nosso candidado Physical Standby Database está pronto para ser convertido em um Logical Standby Database.

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9. Abra o Logical Standby Database

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Quando você abrir o recém criado Logical Standby Database pela primeira vez, seu Global Name será automaticamente ajustado de acordo com o parâmetro DB_NAME.

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10. Verifique o Logical Standby Dtabase

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Pois bem, agora você sabe como criar um Logical Standby Database na nuvem.

Esperamos que este artigo tenha se mostrado útil e deixamos o convite para que acompanhe nossas próximas publicações focadas na Oracle Cloud.

Skant Gupta é um Oracle Certified Cloud Professional 12c, OCE RAC 11g and Oracle Certified Professional (10g, 11g, 12c). Atualmente trabalha na Vodafone no Reino Unido e trabalhava anteriormente como DBA Sênior na Etisalat em Dubai. Tem 6 anos de experiência em diferentes tecnologias Oracle, focando principalmente em banco de dados, nuvem, soluções de alta disponibilidade, WebLogic e GoldenGate. Elejá esteve presente em vários grupos de usuários Oracle ao redor do mundo e mais recentemente nos EUA, Emirados Árabes e Índia. Perfil de Skant Gupta no LinkedIn - https://www.linkedin.com/in/ skantali

Joel Pérez é um DBA (Oracle ACE Director, Maximum Availability OCM, OCM Cloud Admin. & OCM12c/11g) Especialista commais de 16 anos de experiência real no mundo da tecnologia Oracle, especializada naconcepção e implementação de soluções: Nuvem, alta disponibilidade, recuperação de desastres, Upgrades, replicação e toda a área relacionada com bancos de dados Oracle. Joel serve como "Chief Technologist & MAA, TEM Architect" para www.Enmotech.com Yunhe ENMO (Beijing) Technology Co. Ltd. Beijing, China. OCM Perfil Joel Perez: http://education.oracle.com/education/otn/JoelPerez.htm

Franky Weber Faust atua como administrador de banco de dados Oracle e MySQL no PagSeguro, tem 26 anos, é graduado em Tecnologia em Bancos de Dados e iniciou sua carreira trabalhando num projeto internacional da Volkswagen com os bancos de dados DB2 da IBM, SQL Server da Microsoft e também com o Oracle e desde o início direcionou seus estudos para as tecnologias Oracle. É especialista em tecnologias de Alta Disponibilidade como RAC, Dataguard e GoldenGate e compartilha seus conhecimentos no blog loredata.com.br. Possui as certificações OCE SQL, OCA 11g, OCP 12c, OCS RAC 12c e OCS Linux 6.

Este artigo foi revisto pela equipe de produtos Oracle e está em conformidade com as normas e práticas para o uso de produtos Oracle.